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PALESTRA PARA EXECUTIVOS SOBRE MICROBIOLOGIA

Esse é o tema da palestra do Dr. Regis Pelot, que será proferida no dia 25/01/2008, no Vitae Instituto, em São Paulo, à 18:00hs.
O Vitae Instituto é uma empresa especializada na saúde para executivos e profissionais corporativos em geral. Além de toda rotina médica, o Instituto realiza pesquisa científica e possuiu artigos e papers, realizados por seus quadros, em revistas importantes, nacionais e internacionais. Cientes dos estudos do Instituto de Microbiologia nessa área corporativa, o Vitae resolveu fazer o convite para esclarecer alguns pontos a seus clientes e profissionais.
Na Palestra, o Dr. Pelot irá discorrer sobre contaminação e sobrevivência de bactérias nos alimentos comumente consumidos pelos funcionários enquanto no dia de trabalho. Abordará a atuação das bactérias em cafezinhos (que já alçamos a respeito no site), biscoitinhos, barras de cereais, frutas, chocolates e petiscos diversos, ressaltando como os microrganismos corporativos podem infectar os funcionários das empresas por meio deles.
Além do Vitae Instituto, o evento tem o patrocínio da LUAU, empresa que cuida do bem-estar de funcionários em todo o Brasil, com terapias alternativas, e da Montara, empresa de telefonia móvel, com soluções corporativas para empresas de portes diversos.
BACTÉRIAS DE LÍDERES EM FÉRIAS SÃO MAIS RESISTENTES

Esse fato foi constatado numa pesquisa realizada pelo Instituto, do dr. Nicolai, entre funcionários que tiveram manifestação do H. Stressis durante seus respectivos períodos de férias. Além disso, foi constatado que, funcionários com cargos de chefia e liderança, venderam suas férias três vezes mais que os demais funcionários sem cargos de chefia.
O que parece é que, os sintomas apontados no estudo sobre a resistência das bactérias em funcionários de férias, torna-se mais acentuada nesses profissionais.
“Principalmente no sentido da auto-estima e no sentimento de ser indispensável. Notamos que nos funcionários líderes, esse fator praticamente quadruplica.” – relata o Dr. Nicolai, responsável pelo estudo.
As preocupações e afazeres de uma chefia ou liderança envolvem não somente seus afazeres profissionais, como também, a responsabilidade pela produtividade dos subordinados. Os conflitos envolvendo essa relação, as metas a serem batidas pela equipe, o medo de não desempenhar bem o papel ou de ser substituído por alguém sob seu comando durante as férias são todos motivos que acentuam a manifestação do H.Stressis nos funcionários de chefia, durante as férias.
Por mais difícil que seja para esses funcionários, o recomendado é que nas férias, eles consigam se desligar completamente dos afazeres corporativos, confiando em seu trabalho e sua equipe. Essa é a única forma de fazer com que a bactéria não se torne mais tão resistente, aumentando inclusive o quadro já existente, quando no cotidiano de trabalho no escritório.Marcadores: Estresse, Executivos, Trabalho
RESISTÊNCIA DO H. STRESSIS ENTRE FUNCIONÁRIOS DE FÉRIAS

Recentemente o Instituto, sob o comando do dr. Nicholai Amilca, vem estudando o fenômeno de persistência do vírus H. Stressis em funcionários que saíram de férias, e que não conseguem se desligar dos seus afazeres e responsabilidades profissionais, mesmo em um período dedicado ao descanso.
O H.Stressis é um microrganismo que atua e sobrevive no meio ambiente corporativo, porém, estudos iniciais estão demonstrando que o vírus pode ser mais resistente do que o imaginado anteriormente.
Não desligar a mente do trabalho, checar e-mails à todo momento, deixar o celular ligado para contatos com o escritório são algumas ações que denotam que o funcionário mesmo de férias, ainda está infectado e com os mesmos sintomas de como se estivesse num ambiente corporativo.
Uma outra linha de pesquisa esta trabalhando na hipótese de uma nova espécie do vírus, uma mutação, capaz de sobreviver em vários ambientes, mas ainda originária do meio corporativo. Os estudos dessa linha já estão bastante avançados também.
Um dos sintomas revelados, anteriormente não pesquisado com mais atenção, foi o medo dos funcionários de não se acharem imprescindíveis à empresa, de possuírem um sentimento de descartáveis, além do sentimento de culpa. Trata-se de um sintoma que se manifesta menos no meio corporativo, acentuando-se nas férias. Funcionários com os sintomas citados acima podem encontrar boas opções de relaxamento AQUI.
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